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Coronavírus – tudo o que você precisa saber!

O novo vírus é considerado como uma variação do coronavírus, que já possui outras antigas variações da família. Esse novo vírus recebeu o nome de SARS-CoV-2, que causa a doença COVID-19. Por se tratar de uma novidade para a população mundial, ainda não existem muitas informações sobre. Porém, algumas medidas preventivas já tem sido tomadas para evitar a infecção. Trouxemos todas as informações necessárias para que você fique por dentro de todos os sintomas, meios de transmissão e prevenção.

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Onde surgiu essa nova variação do coronavírus?

O surto começou na China, com suspeitas de transmissão aos humanos a partir de animais marinhos. Um grande mercado de frutos do mar foi interditado e fechado para limpeza quando a suspeita aumentou. Isso porque, os casos confirmados tiveram associações a ele. O mercado de frutos do mar está localizado na cidade de Wuhan, metrópole chinesa, onde foram confirmados os primeiros casos. Depois, então, o novo vírus começou a tomar conta de diversas áreas do país, sendo transmitidos para outros países também. Hoje, então, existem casos confirmados em muitos países ao redor do mundo.

O que foi responsável pela transmissão aos humanos?

Não se sabe com certeza o que transmitiu aos humanos a nova variação do vírus. Mas, há algumas pesquisas que apontam suspeitas sobre o contágio. De início, a maior suspeita é a infecção através de animais marinhos. Mas, há relatos suspeitos que apontam como transmissão cobras e morcegos. A nova variação do coronavírus não era conhecida até então, o que justifica a falta de informações mais precisas.

Onde há maior risco de infecção da variação do coronavírus?

A princípio, o principal lugar de risco era na China. Porém, o vírus já se espalhou, e foram confirmados casos ao redor de todo o mundo. Portanto, quaisquer lugares que sejam públicos ou que gerem aglomerações devem ser evitados. Isso explica a paralisação de comércios de grande movimentação, aeroportos, estádios de futebol, entre outras lugares e atividades que gerem intenso contato social.

Qual a transmissão?

Apesar de não saber sobre a transmissão para os humanos, já se sabe como acontece a circulação entre as pessoas. Então, algumas medidas já podem ser tomadas para prevenir o contágio e transmissão da doença COVID-19. Muitas são as especulações sobre a transmissão do vírus, mas você sabe realmente como o vírus é transmitido?

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A transmissão acontece através do contato social ou contato com objetos que tenham sigo infectados por pessoas que estão com COVID-19. Os principais canais utilizados pelo vírus é o nariz, boca e olhos. Isso explica a necessidade de higienizar as mãos com frequência, e evitar aglomerações e contatos sociais.

Sintomas da doença COVID-19 , causada pela variação do coronavírus

Muito se ouve falar que os sintomas são de uma gripe comum. Porém, nem sempre os sintomas são apenas gripais. É preciso estar muito atento aos sintomas, para buscar por ajuda o mais rápido possível se necessário. Os sintomas são:

  • Febre
  • Tosse
  • Dificuldade para respirar
  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda grave
  • Insuficiência renal

Quais são as atuais recomendações de prevenção?

O principal meio de contágio é através do contato social. Então, a primeira e principal recomendação é evitar aglomerações e contato com outras pessoas. Então, é importante a permanência em casa o máximo de tempo possível, evitando lugares públicos.

  • Evite aglomerações: essa é uma maneira de conter a transmissão do vírus. Então, as chances de contaminação diminuem, para pessoas que permanecem em suas casas;
  • Lavar as mãos com água e sabão: lavar as mãos frequentemente com água e sabão para que devida higienização seja feita.
  • Higienização com álcool em gel 70%: após lavar as mãos e também de maneira frequente, higienize as mãos com álcool em gel 70%.
  • Não compartilhe de objetos pessoais: objetos pessoas não devem ser compartilhados, como talheres, toalhas, copos, pratos, garradas, entre outros.

Casos de infecções e mortes

A primeira morte confirmada foi confirmada na China, onde ouve a confirmação dos primeiros casos. Um senhor foi diagnosticado com uma grave pneumonia e foi internado. Dias depois, foi confirmado que se tratava do novo vírus. Após esse caso, já haviam varias pessoas infectadas.

Conforme o vírus se espalhou por cidades e países do mundo, novos casos foram surgindo. Então, casos de pessoas infectadas e óbitos começaram a aumentar. No Brasil, hoje, foi confirmado o primeiro caso de óbito pelo novo vírus, variação do coronavírus. Um senhor de 69 anos falece após ser internado por sintomas apresentados. O Hospital Icaraí relatou que o paciente sofreu um choque séptico seguido de uma pneumonia grave.

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A epidemia tem previsão para amenizar?

Infelizmente não existe uma previsão para esse episódio passar. Isso porque, se trata de um novo vírus, e as informações sobre ele são bem vagas. Não se sabe se a primeira infecção faz com que o organismo se torna imune ao outras infecções. Caso isso aconteça, como na catapora, os casos tendem a diminuir de maneira natural. Porém, ainda estão fazendo mais pesquisas para reunir mais informações. Apesar de não existir uma previsão, é preciso ter consciência sobre as consequências do vírus, e manter-se dentro das recomendações o máximo possível.

Quais são as pessoas mais vulneráveis?

Todas as pessoas estão vulneráveis a contrair o vírus. Então, é por esse motivo, que a recomendação é que todos tomem as medidas preventivas. Mas, pessoas que possuem problemas respiratórias, baixa imunidade ou são da terceira idade, são consideradas de alto risco.

Já ouve-se falar sobre a taxa de mortalidade do vírus, que pode variar de acordo com a situação da saúde de cada pessoa. Essa nova variação do coronavírus ataca justamente as vias respiratórias. Isso faz com que essa parcela da população sofra para recuperar e tenha maior taxa de mortalidade.

Nesse momento, a maior maneira de conter a transmissão e diminuir o número de mortes, é a empatia. Isso porque, mesmo que a taxa de mortalidade de pessoas novas seja baixa, é preciso pensar que nem todas as pessoas aguentariam a recuperação desse infecção. Se manter em casa, portanto, é uma maneira de se proteger e também ajudar a conter a transmissão.

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Imagem de pessoas preocupadas com as dívidas.

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